A acusação de “imobilismo”, lançada pela UNITA contra o Executivo, não resiste ao confronto com a realidade e com a dinâmica de transformação que o país tem vivido. Falar em estagnação perante um ritmo de governação focado em resultados tangíveis revela, no mínimo, uma amnésia conveniente ou uma tentativa deliberada de desviar as atenções do progresso real.
Governar um país herdado com um profundo bloqueio económico e social e um atraso estrutural crónico nunca foi tarefa fácil. Exigiu coragem política e visão estratégica para inverter o rumo de uma Nação que esteve estagnada. O Executivo liderado por João Lourenço assumiu esse desafio de frente, construindo bases sólidas para o futuro nos últimos nove anos, mesmo num contexto global e interno adverso.
Provas Concretas do Desenvolvimento Nacional
Os factos recentes demonstram uma governação em plena acção, focada no crescimento e na modernização:
Dinâmica Económica e Logística: O Corredor do Lobito bateu recordes históricos, com a Lobito Atlantic Railway (LAR) a exportar cerca de 29 mil toneladas de minérios no tráfego internacional, provando a eficácia das parcerias estratégicas e da reabilitação de infra-estruturas fulcrais para a diversificação económica.
Inclusão Digital e Tecnológica: A Infrasat já instalou mais de 1.500 Estações de Comunicação Via Satélite (VSAT) por todo o país, garantindo a expansão da internet corporativa e rural, reduzindo assimetrias e ligando as comunidades mais isoladas.
Fortalecimento do Sistema Financeiro: O mercado de seguros e previdência caminha a passos firmes, prevendo-se a marca de 50 Fundos de Pensões activos até final do ano, fruto da regulação e supervisão rigorosa da ARSEG.
Aposta Incansável na Saúde: Centenas de enfermeiros estão a ser capacitados em cuidados intensivos pelo Instituto de Especialização em Saúde, enquanto o Ministério da Saúde reforça o compromisso com a inovação e qualidade na hematologia e hemoterapia.
Expansão do Ensino Superior: O Executivo continua apostado na construção de universidades e na capacitação de quadros no Huambo e no resto do país, preparando os jovens para as exigências do desenvolvimento sustentável.
Em contraste com esta visão de futuro e de trabalho contínuo, ergue-se uma oposição conivente e ressabiada, virada obsessivamente para um regresso ao passado. A UNITA, que no passado foi cúmplice e encarnou a outra face da mesma moeda de governação ineficaz, demonstra uma total incapacidade de apresentar propostas construtivas.
O país real não se compadece com discursos vazios ou com manobras de diversão de quem torce pelo fracasso nacional. O rumo está traçado e os resultados estão à vista: Angola cresce, moderniza-se e capacita o seu povo, superando os bloqueios estruturais de ontem com o trabalho de hoje, e a cidadania encarnou o rumo, sabe onde mora a razão, há uma inegável transparência silenciosa, mas determinada na consolidação da democracia, com segurança e estabilidade, a caminho em 2027 para a Nova República.

