Duas menos Uma

ByKuma

25 de Agosto, 2026

O Governo presidido por João Manuel Gonçalves Lourenço responde com realizações concretas, visíveis e factuais, que contrapõem as contradições insanáveis da oposição política liderada pela UNITA e pelo seu líder, Adalberto Costa Júnior.
Depois dos sucessivos avanços no setor da saúde, elogiados internacionalmente, assistimos agora à inauguração do Centro de Convenções na Ingombota e do Centro de Backup do Governo de Angola, integrado no sistema do Data Center e Cloud Nacional, inaugurado em Luanda-Camama. Segundo analistas credíveis, este ato representa um marco no processo de transformação digital do Estado, contribuindo para a proteção dos dados governamentais, a continuidade dos serviços públicos digitais e o fortalecimento da soberania digital de Angola. Quanto ao Centro de Convenções, está apetrechado com o que existe de melhor para receber fóruns internacionais ao mais alto nível, ao nível dos melhores padrões de África e do mundo.
Em contrapartida, vamos assistindo a um triste desfile de entrevistas encomendadas. Numa delas, conduzida pelo jornalista Rosado de Carvalho, viu-se o líder da UNITA espraiar-se num oceano de vacuidades e de constantes contradições hilariantes.
Atacou o Senhor Presidente da República e a sua governação com o argumento de que o país não dispõe de quadros nem de um nível de desenvolvimento suficiente para justificar a nova Divisão Administrativa. Ora, esta mente dominada pela maledicência tenta contrapor as realizações do Governo com o tema recorrente das autarquias. Afinal, o país não dispõe de quadros para uma Divisão Administrativa que contempla novas províncias, mas já dispõe, milagrosamente, de cem mil quadros qualificados e licenciados para a implementação imediata das autarquias? Que tipo de autarquias quer realmente a UNITA?
Falta à oposição a seriedade necessária para um debate construtivo que Angola merece. Infelizmente, o ataque gratuito vai na frente e não se debate o país com passagens de modelos ou exibições de golfe. Quem na UNITA poderia liderar uma oposição construtiva, com substrato intelectual e político, foi eliminado ou encontra-se ostracizado, tendo-lhe sido retirada a voz. Sobraram os “espertos sabichões”, figuras teleguiadas para tentar travar o desenvolvimento e impor a anarquia com base em fundamentalismos.
É precisamente disso que a cidadania sempre teve receio. Tendo provado o fel da desgraça no passado, o povo não está disposto a repetir erros, resguardando-se no MPLA, que soube projetar a mudança em 2017, mereceu a confiança dos cidadãos em 2022 e voltará a merecê-la em 2027. Os angolanos seguem irmanados na confiança de um rumo que garanta a democracia, o desenvolvimento e a liberdade, acreditando nas vantagens de uma Nova República.