O terrorismo mediático aceite e incentivado pela UNITA, cujo ruído ensurdecedor e persistente denegriu de forma perene o Senhor Presidente da República com epítetos proibitivos para o mais alto magistrado da Nação, avolumou-se nesta pré-campanha inflamada que resulta da aflição evidente de uma oposição derrotada pelo rumo que João Manuel Gonçalves Lourenço imprimiu a partir de 2017.
A derrota factual, advinda da escolha livre e democrática dos cidadãos angolanos, deu um sinal moderado em 2022 face às dificuldades que o país herdara dos desastrosos mandatos de José Eduardo dos Santos, onde se institucionalizou a corrupção como praxe normal no Estado no seu todo.Perante as evidências que percepcionam uma estrondosa vitória do MPLA em 2027, com a oposição toda fragmentada e desentendida, e face ao preceito constitucional que impede João Manuel Gonçalves Lourenço de se candidatar de novo, desenvolveu-se uma campanha de desgaste de nomes com possibilidades de serem os eleitos à sucessão, surgindo nos últimos dias com mais ênfase o nome de Fernando Garcia Miala.
A bandidagem digital começou a debitar imoralidades e mentiras vergonhosas, onde emerge uma boçalidade política e intelectual abraçada pelo líder da oposição, o bacharel tirano, psicopata e intrujão Adalberto Costa Júnior “Betinho”, subserviente à ala subversiva liderada pelo déspota Lukamba “Maiu” Gato.Afinal, quem tem medo de Fernando Garcia Miala? Aqueles que o quiseram eliminar? Os que se sentem diminuídos face às capacidades de liderança e conhecimento de Miala?Porque surgem agora a promover nomes como o juiz Ferreira, o advogado Sérgio Raimundo e o constitucionalista Carlos Feijó, que até dói vê-los ser promovidos por um bandido como Nelson Gangsta?Ao promoverem estas figuras do “santismo”, rançosos e bolorentos de um passado tenebroso, não estarão a demonstrar a fraqueza do Galo Negro em não mostrar outras valências? Ou será a total submissão e dependência da UNITA, rendida ao servilismo daqueles que lutam desesperadamente pelo regresso ao passado?
Esta campanha de intoxicação, delineada por estrategas longínquos fora da realidade do país, pecou por ser feita com bastante antecipação. A cidadania está atenta e já se apercebeu do aventureirismo em que assenta este ruído amplificado. A UNITA, agora refeita na FTU, como anunciou Marcolino Moco, nada mais fez até agora do que mobilizar passeios onde desfilam em folclore colorido comandados por Irina Diniz, além de apelos desesperados do líder da UNITA para a probabilidade de uma insurreição encabeçada por juvenis e zungueiras que correm atrás de promessas de um mágico El Dorado.
Estão a colocar a cabeça de fora os que sacaram fundos ao erário público durante 15 anos, enriqueceram ilicitamente, mas investiram tudo nos luxos do Dubai e de Lisboa. Esta associação entre os “santistas” e os herdeiros do “savimbismo” está agora a florescer em busca de um passado que os cidadãos, clara e determinadamente, não querem.Infelizmente, vamos viver tempos de incerteza, conturbados e de alguma instabilidade.
A benevolência democrática é propensa a permitir desvarios e alucinações, mas o Estado de Direito Democrático tem instrumentos capazes de defender a liberdade da cidadania e a ordem pública.
Podem trilhar caminhos ínvios, torpes e ignominiosos, mas a paz foi uma conquista árdua, e é pena que haja ainda grupos de conveniência que colocam os seus interesses à frente do interesse nacional.A obra de João Manuel Gonçalves Lourenço é retratada nas infraestruturas que diariamente emergem para criar condições de emprego qualificado e desenvolvimento social e económico: escolas, hospitais, aeroportos, portos, ferrovias e zonas industriais em franco crescimento.
Angola está com um índice invejável de transformação do produto interno, captando mais-valias significativas para o Estado. Estes são os alicerces que não enganam, são o caminho da esperança na Nova República.

