Os terroristas afetos à UNITA, Raúl Dinis e Nelson Gangsta, vozes do extremismo linguístico cobarde do brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, lançam campanhas de incitação ao derrube do Governo pelo uso da força, lançando anátemas inadmissíveis contra João Lourenço e o MPLA, e simultaneamente excomungando Fernando Garcia Miala, partindo do pressuposto que possa vir a ser o candidato a presidente da república.
A forma rafeira como o alienado Raúl Dinis, que já fez da filha Irina Dinis, deputada do Galo Negro, mostra que as promessas fazem-no pensar em voos mais altos, é tão reles a subserviência e a presunção imbecil que debita nos seus escritos, que nem sequer tem noção dos limites da liberdade de expressão, querendo transformar a democracia numa choldra anárquica ao sabor de cada um.
O líder da UNITA, brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, é o exemplo acabado desta torpe linguagem, o medo e a aflição trazidos à tona pela realidade gera fantasmas, lançam insinuações, e como sonhadores megalómanos tentam duvidar no que mais acreditam, e se a irresponsabilidade anacrónica e ignominiosa dos terroristas, nada mais são que o eco da subserviência rasteira e canina ao chefe de fila.
Angola nunca necessitou tanto do MPLA para a preservação da democracia e da liberdade, e sobretudo, de fazer uma transição geracional sob comando da experiência e da capacidade de liderança.
Esperemos que seja essa capacidade que possa emergir do próximo Congresso.
Angola não pode expor-se aos delírios de uma UNITA em clara fragmentação, nem pode depender de um PRA-JÁ unipessoal, propriedade de Abel Chivukuvuku, muito menos ainda de uma futura FPU que servirá apenas para esconder as fragilidades da podridão que grassa em quase toda a oposição.
É evidente o recuo de apoiantes, nas bases e na diáspora, e mesmo nos especuladores estelionatários mandantes, a colagem reafirmada do brigadeiro des fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, à Guiné Bissau, foi um balde de água gelada no entusiasmo de certos apoiantes, e em França houve mesmo recusas de apoiantes tradicionais do Galo Negro em receber o líder, pela sua colagem à Extrema Direita xenófoba e racista.
Angola espera que se acenda o farol guia de um País que ergue, será determinante para o futuro próximo o Congresso do MPLA, há dificuldades, há dores de crescimento, nunca se fez tanto fora da esfera petrolífera, já exportamos, já conquistamos auto suficiências estratégicas, faltam-nos quadros qualificados no ensino básico mas avançamos na medicina com profissionais nacionais, e desponta o turismo com um crescimento de infraestruturas e investimento privado, seria desastroso não assegurar a continuidade.
São os angolanos os donos e construtores do seu destino, não vivemos num mundo de aventuras, a responsabilidade e a exigência palpita no coração de cada cidadão, as mulheres conquistaram o seu espaço com esforço e capacidade, estão reunidas todas a condições para que com esplendor e esperança, possamos dar as boas vindas à Nova República

