{"id":6784,"date":"2022-05-20T08:23:00","date_gmt":"2022-05-20T07:23:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=6784"},"modified":"2022-05-24T09:43:58","modified_gmt":"2022-05-24T08:43:58","slug":"mandioca-o-alimento-do-seculo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=6784","title":{"rendered":"Mandioca, o alimento do s\u00e9culo?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-drop-cap\">Em Angola chama-se mandioca, no Brasil chamam-na de macaxeira em v\u00e1rias regi\u00f5es, e ela \u00e9 tamb\u00e9m conhecida como aipim. O nome n\u00e3o \u00e9 o mais importante. O que a coloca no topo das nossas prefer\u00eancias, ou deveria colocar \u00e9 a sua preciosidade alimentar. A mandioca foi eleita em 2016 o alimento do s\u00e9culo XXI pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU); ser\u00e1 que merece tal ep\u00edteto?<\/p>\n\n\n\n<p>Ela \u00e9 rica em fibras, vitamina C e hidratos de carbono. Um aspecto muito importante \u00e9 que previne a diabetes e d\u00e1-nos uma sensa\u00e7\u00e3o de saciedade. Muito popular entre os praticantes de actividade f\u00edsica, a mandioca \u00e9 um alimento extremamente vers\u00e1til. A composi\u00e7\u00e3o da sua raiz (polpa, fibra e \u00e1gua) permite que ela seja utilizada de diversas formas, como farinhas, f\u00e9cula ou goma, tapioca, polvilho azedo, mandioca cozida ou frita \u2013 e cada um deles passa por um processamento espec\u00edfico para a obten\u00e7\u00e3o do produto final.<\/p>\n\n\n\n<p>No nosso pa\u00eds, a mandioca tem uma produ\u00e7\u00e3o anual estimada em mais de 11 milh\u00f5es de toneladas. Actualmente, somos o terceiro maior produtor de \u00c1frica, atr\u00e1s apenas da Nig\u00e9ria e do Gana, e segundo o governo angolano a grande aposta vai ser na sua transforma\u00e7\u00e3o em amido. A estrat\u00e9gia visa criar programas espec\u00edficos de aproveitamento da mandioca, atrav\u00e9s da promo\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o desta raiz, bem como na cria\u00e7\u00e3o de incentivos \u00e0 compra, transforma\u00e7\u00e3o e consumo dos v\u00e1rios subprodutos derivados da mandioca.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com alguns nutricionistas, a mandioca \u00e9 uma \u00f3tima alternativa para quem quer manter uma dieta sem gl\u00faten. Comparando-a com o trigo, por exemplo, que \u00e9 um cereal e tamb\u00e9m \u00e9 fonte de energia, a vantagem \u00e9 que ela pode ser consumida por cel\u00edacos e intolerantes ao gl\u00faten.<\/p>\n\n\n\n<p>Se ela merece ou n\u00e3o o t\u00edtulo de alimento do s\u00e9culo, n\u00e3o sabemos, mas que ela merece e muito estar entre os alimentos regulares da nossa alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, disso n\u00e3o tenhamos d\u00favidas. Quem a consumir vai certamente deleitar-se com o seu sabor, e quem n\u00e3o gosta de a comer de uma determinada maneira, conseguir\u00e1 com\u00ea-la de outra maneira, pois existem mil e uma maneiras de a preparar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Angola chama-se mandioca, no Brasil chamam-na de macaxeira em v\u00e1rias regi\u00f5es, e ela \u00e9 tamb\u00e9m conhecida como aipim. O nome n\u00e3o \u00e9 o mais importante. O que a coloca no topo das nossas prefer\u00eancias, ou deveria colocar \u00e9 a sua preciosidade alimentar. 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