{"id":5711,"date":"2021-12-27T10:55:49","date_gmt":"2021-12-27T10:55:49","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=5711"},"modified":"2022-01-02T10:46:31","modified_gmt":"2022-01-02T10:46:31","slug":"os-factos-sobre-o-grupo-carrinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=5711","title":{"rendered":"Os factos sobre o grupo Carrinho"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-drop-cap\">O Grupo Leonor Carrinho \u00e9 uma empresa sedeada no Lobito, prov\u00edncia de Benguela, pertencente a Leonor Lusitano Candundo Carrinho e aos seus filhos Nelson Fidel, Rui Alves e Elsa Violeta Candundo Carrinho. Trata-se duma empresa de raiz familiar surgida em 1993. Em 1994, fruto de um acordo informal com a Sonangol, ficou estabelecido que os quadros t\u00e9cnicos que se deslocassem ao Lobito, tomariam as refei\u00e7\u00f5es no bar da Dona Leonor, o que veio a tornar-se no primeiro acordo de neg\u00f3cio. O acordo com a Sonangol contribuiu sobremaneira para a eleva\u00e7\u00e3o da reputa\u00e7\u00e3o da cozinha da Dona Leonor Carrinho, o que permitiu o alargamento do atendimento ao p\u00fablico lobitanga, expandindo, assim, o neg\u00f3cio. Foi, igualmente, nesta altura que a Empresa Nacional de Electricidade (ENE) passou a integrar a lista de clientes da Dona Leonor Carrinho, consolidando as suas aspira\u00e7\u00f5es empreendedoras. Mais tarde, o Grupo aliou-se \u00e0 Odebrecht brasileira, onde o alinhamento com a cultura empresarial da Odebrecht que obrigava a pensar na efici\u00eancia, proporcionou excelentes oportunidades de neg\u00f3cio, acabando por aumentar exponencialmente o volume de vendas. A Odebrecht revelou-se crucial, pois proporcionou oportunidades fora de Benguela, o que nos for\u00e7ou a aprender e perceber a import\u00e2ncia de confiar em terceiros. A aplica\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos inovadores de gest\u00e3o da Odebrecht, permitiu \u00e0 Leonor Carrinho gradualmente, integrar na sua carteira de neg\u00f3cio 34 cozinhas, espalhadas por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2008 \u2013 2009, no auge das 34 cozinhas, da log\u00edstica do Nosso Super, da Camargo Corr\u00eaa, da Queiroz Galv\u00e3o entre outros, a Leonor Carrinho vendia 43M USD\/ano. Em 2010, o grupo d\u00e1 os primeiros passos no fornecimento ao sector p\u00fablico, designadamente \u00e0s For\u00e7as Armadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Actualmente, possui 17 f\u00e1bricas, tendo um dos parques industriais mais completos do sector, o que lhes permite processar arroz, trigo, milho e refinar \u00f3leo, para al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de mais de 20 bens de consumo. Tem actualmente a maior estrutura de armazenamento do pa\u00eds com uma capacidade de 100 mil toneladas de cereais e 55 mil m3 de tanques de armazenamento de produtos oleaginosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui temos um grupo real, com mais de 30 anos, que vingou na economia angolana pelos seus esfor\u00e7os. N\u00e3o \u00e9 uma empresa criada \u00e0 pressa a quem s\u00e3o atribu\u00eddos contratos multimilion\u00e1rios. \u00c9 uma empresa de refer\u00eancia do tecido econ\u00f3mico angolano h\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Qualquer liga\u00e7\u00e3o ao Presidente da Rep\u00fablica, como t\u00eam feito alguns jornalistas da oposi\u00e7\u00e3o \u00e9 pura m\u00e1-f\u00e9 e constitui a mais abjecta difama\u00e7\u00e3o que devia originar os competentes processos criminais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Grupo Leonor Carrinho \u00e9 uma empresa sedeada no Lobito, prov\u00edncia de Benguela, pertencente a Leonor Lusitano Candundo Carrinho e aos seus filhos Nelson Fidel, Rui Alves e Elsa Violeta Candundo Carrinho. Trata-se duma empresa de raiz familiar surgida em 1993. 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