{"id":4282,"date":"2021-03-03T18:53:59","date_gmt":"2021-03-03T18:53:59","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=4282"},"modified":"2021-03-03T18:53:59","modified_gmt":"2021-03-03T18:53:59","slug":"spotify-amplia-o-seu-negocio-em-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=4282","title":{"rendered":"Spotify amplia o seu neg\u00f3cio em \u00c1frica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-drop-cap\">O Spotify, o servi\u00e7o de streaming de \u00e1udio mais usado do mundo, projectou ser lan\u00e7ado em 40 pa\u00edses africanos ainda este ano, depois ter estado inacess\u00edvel em todo o continente desde a sua cria\u00e7\u00e3o em 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>O servi\u00e7o de streaming de m\u00fasica, est\u00e1 disposto a revolucionar o mercado musical no continente, e n\u00e3o s\u00f3, tendo anunciado recentemente um plano de expans\u00e3o, pretendendo iniciar as suas opera\u00e7\u00f5es em mais de 80 pa\u00edses, tornando-se assim dispon\u00edvel para mais de mil milh\u00f5es novos ouvintes. Mas, o que ser\u00e1 necess\u00e1rio para lucrar com a florescente ind\u00fastria de streaming de m\u00fasica em \u00c1frica?<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos africanos n\u00e3o consegue baixar o Spotify no Android ou iOS, a menos que viva ou tenha visitado a \u00c1frica do Sul, Marrocos, Egipto, Arg\u00e9lia e Tun\u00edsia.<\/p>\n\n\n\n<p>O gigante sueco delineou como alvos uma ampla gama de mercados, que v\u00e3o desde a Nig\u00e9ria ao N\u00edger, passando pelo Qu\u00e9nia, a Guin\u00e9-Bissau, e claro, Angola.<\/p>\n\n\n\n<p>Com mais de 345 milh\u00f5es de ouvintes activos por m\u00eas, a empresa diz que \u201coferecer\u00e1 aos ouvintes uma audi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio de classe mundial e uma experi\u00eancia de descoberta de m\u00fasica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento coincide com uma expans\u00e3o global em 85 novos mercados na \u00c1sia, Europa, Am\u00e9rica Latina e Cara\u00edbas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO lan\u00e7amento nestes novos mercados \u00e9 um passo importante para cumprir o nosso compromisso cont\u00ednuo de construir um ecossistema de \u00e1udio verdadeiramente sem fronteiras\u201d, destacou Alex Norstr\u00f6m, director de neg\u00f3cios freemium da Spotify.<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa est\u00e1 a oferecer uma variedade de pacotes e funcionalidades para se adequar \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do mercado local.<\/p>\n\n\n\n<p>No Qu\u00e9nia, por exemplo, os ouvintes podeem assinar o Spotify Premium por 3 usd\/m\u00eas, em compara\u00e7\u00e3o com os 15 usd no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p>Os alunos podem adquirir uma assinatura premium por usd 1,50 por m\u00eas e todos os pagamentos podem ser feitos atrav\u00e9s do servi\u00e7o de pagamento m\u00f3vel M-Pesa.<\/p>\n\n\n\n<p>O desafio ser\u00e1 levar o servi\u00e7o pouco conhecido a um p\u00fablico africano mais amplo e preencher a plataforma com conte\u00fado africano suficiente para atrair os utilizadores.<\/p>\n\n\n\n<p>O Spotify obteve sucesso e reconhecimento no continente devido \u00e0 sua ampla utiliza\u00e7\u00e3o no exterior. Muitos utilizadores baixavam o servi\u00e7o enquanto viajavam para o exterior, ou ent\u00e3o usavam um proxy para baix\u00e1-lo em \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, o aplicativo ter\u00e1 de conquistar os utilizadores de uma variedade de outros dispositivos de reprodu\u00e7\u00e3o de m\u00fasica, como sejam os servi\u00e7os de streaming caseiros, YouTube, CDs, cart\u00f5es de mem\u00f3ria e telefones convencionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Phiona Okum, artista e gerente de marketing do Spotify na \u00c1frica subsaariana, salienta que vamos assistir a uma revolu\u00e7\u00e3o na experi\u00eancia de \u00e1udio no continente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs criadores africanos sempre ultrapassaram os limites, inovando e criando sons incr\u00edveis e, a partir de hoje, estamos a dar-lhes acesso e a oportunidade de se conectarem com um p\u00fablico global de f\u00e3s\u201d. Al\u00e9m disso, \u201cao trazer um produto de primeira classe e uma experi\u00eancia localizada feita para \u00c1frica, contribuiremos para impulsionar o crescimento do ecossistema de streaming local\u201d, destaca a artista.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta mudan\u00e7a traz tamb\u00e9m competi\u00e7\u00e3o para as startups de streaming com foco em \u00c1frica, como a Mdundo, do Qu\u00e9nia, e a Boomplay da Nig\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo sueco revelou ainda, uma s\u00e9rie de novos recursos para criar e monetizar os seus conte\u00fados. O primeiro deles \u00e9 o Spotify HiFi, um servi\u00e7o de \u00e1udio de alta resolu\u00e7\u00e3o e melhor qualidade de som, que estar\u00e1 dispon\u00edvel para assinantes da vers\u00e3o premium em mercados selecionados ainda este ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Daniel Ek, CEO e cofundador do Spotify rematou afirmando que \u201co \u00e1udio \u00e9 a nossa hist\u00f3ria e o nosso futuro. A nossa plataforma conecta os ouvintes com a arte que eles amam.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Spotify, o servi\u00e7o de streaming de \u00e1udio mais usado do mundo, projectou ser lan\u00e7ado em 40 pa\u00edses africanos ainda este ano, depois ter estado inacess\u00edvel em todo o continente desde a sua cria\u00e7\u00e3o em 2008. 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