{"id":16977,"date":"2026-10-31T10:45:43","date_gmt":"2026-10-31T09:45:43","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=16977"},"modified":"2026-10-31T12:46:05","modified_gmt":"2026-10-31T11:46:05","slug":"joao-manuel-goncalves-lourenco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=16977","title":{"rendered":"Jo\u00e3o Manuel Gon\u00e7alves Louren\u00e7o"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que uma viagem ou um discurso, a obra transformadora \u00e9 o legado que o Senhor Presidente da Rep\u00fablica, de forma discreta e introvertida, imprimiu nos dois mandatos na mais alta magistratura do Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Hospitais, escolas e universidades, o Corredor do Lobito, portos e aeroportos, a Refinaria de Cabinda, a irriga\u00e7\u00e3o no Cunene e, sobretudo, o virar de p\u00e1gina de uma Angola conotada negativamente para uma parceria global prestigiada e respeitada.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 n\u00e3o pode ser apenas por ignor\u00e2ncia dos maldizentes; \u00e9 por m\u00e1-f\u00e9 que alguns persistem em escamotear o que Jo\u00e3o Louren\u00e7o encontrou e o que nos vai deixar como heran\u00e7a. \u00c9 o pre\u00e7o a pagar perante uma seita intelectualmente desonesta, cujo comportamento se reflete num permanente esc\u00e1rnio e maldizer.<\/p>\n\n\n\n<p>Ningu\u00e9m no nosso tempo inventou a roda. Cientificamente, os registos apontam para a Mesopot\u00e2mia (por volta de 3500 a.C.), onde os sum\u00e9rios usaram as primeiras rodas como torno de oleiro para moldar cer\u00e2mica, e n\u00e3o para transporte. Mais tarde, foram adaptadas para carro\u00e7as e ve\u00edculos de tra\u00e7\u00e3o animal. Apontam tamb\u00e9m para a Europa Central e Oriental (por volta de 3500\u20133100 a.C.), onde foram encontrados vest\u00edgios e representa\u00e7\u00f5es em cer\u00e2mica na Pol\u00f3nia (Vaso de Bronocice), na Eslov\u00e9nia (a famosa Roda de Liubliana, datada de cerca de 5200 anos) e na regi\u00e3o dos C\u00e1rpatos. Estudos mais recentes sugerem ainda que mineiros de cobre na regi\u00e3o dos C\u00e1rpatos ou da Europa Oriental podem ter impulsionado o desenvolvimento de eixos e rodas por volta de 3900 a.C. para facilitar o transporte nas minas.<\/p>\n\n\n\n<p>Transportando esta inven\u00e7\u00e3o civilizacional para os dias de hoje, Angola funciona como uma engrenagem monumental que gira de Cabinda ao Cunene, do Atl\u00e2ntico ao Leste, e viaja de comboio at\u00e9 ao \u00cdndico. Contudo, essa din\u00e2mica tem um eixo fixo e firme: Jo\u00e3o Manuel Gon\u00e7alves Louren\u00e7o, o seu n\u00facleo duro, experiente na governa\u00e7\u00e3o, determinado na lideran\u00e7a e com capacidade de construir pontes, n\u00e3o com os auto-exclu\u00eddos, mas entre o passado, o presente e o futuro da Na\u00e7\u00e3o angolana, dignificando e robustecendo a cidadania.<\/p>\n\n\n\n<p>Angola poder\u00e1 ser o que todos queremos. Hoje, dadas as circunst\u00e2ncias de um passado que ficou l\u00e1 atr\u00e1s, temos a Angola que \u00e9 poss\u00edvel, em constante muta\u00e7\u00e3o para a Angola que ambicionamos. Contudo, ainda h\u00e1 for\u00e7as de bloqueio e fronteiras de conveni\u00eancias pessoais e coletivas. A atestar este desiderato est\u00e1 a tentativa for\u00e7ada de agita\u00e7\u00e3o, tanto mais vis\u00edvel quanto se aproxima o Congresso do MPLA.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que raz\u00e3o a continuidade causa tanto medo aos servidores de causas alheias? Porque o MPLA tem sabido regenerar-se na sua grandeza: lutou pela Liberta\u00e7\u00e3o, conseguiu a Independ\u00eancia, fundou a Na\u00e7\u00e3o, enfrentou e venceu uma guerra civil fratricida, e soube reciclar-se numa mudan\u00e7a salvadora por imperativo de saneamento de uma teia sanguessuga tecida por interesses transversais ao espectro pol\u00edtico, na qual uns eram mais iguais do que outros, realidade \u00e0 qual a vis\u00e3o e determina\u00e7\u00e3o do Senhor Presidente da Rep\u00fablica puseram fim.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 por conquista e por direito pr\u00f3prio que Jo\u00e3o Manuel Gon\u00e7alves Louren\u00e7o \u00e9 reconhecido, interna e internacionalmente, como o Eixo da grande engrenagem chamada Angola. e sem ele a roda n\u00e3o gira. Melhor do que ningu\u00e9m sabe quem pode dar seguimento ao rumo tra\u00e7ado, e cada vez mais h\u00e1 a percep\u00e7\u00e3o&nbsp;que a cidadania disso j\u00e1 deu conta, e 2027 \u00e9 uma fronteira ser vencida, consolidando&nbsp;a democracia, garantindo a liberdade, e com esperan\u00e7a abrir caminho \u00e0 Nova Rep\u00fablica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais do que uma viagem ou um discurso, a obra transformadora \u00e9 o legado que o Senhor Presidente da Rep\u00fablica, de forma discreta e introvertida, imprimiu nos dois mandatos na mais alta magistratura do Pa\u00eds. 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