{"id":16874,"date":"2026-09-19T16:55:14","date_gmt":"2026-09-19T15:55:14","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=16874"},"modified":"2026-09-19T17:31:39","modified_gmt":"2026-09-19T16:31:39","slug":"as-gargalhadas-dos-imbecis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=16874","title":{"rendered":"As Gargalhadas dos Imbecis"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 fome em Angola?&nbsp;<br>H\u00e1 fome no Mundo?&nbsp;<br>\u00c9 um assunto incontorn\u00e1vel na humanidade nos dias de hoje. Todavia, h\u00e1 uma escala nas causas e nas consequ\u00eancias; s\u00e3o fen\u00f3menos que exigem determina\u00e7\u00e3o no combate, as solu\u00e7\u00f5es nunca chegam no tempo desejado, e a preocupa\u00e7\u00e3o de quem de direito nunca \u00e9 entendida.<br>Por\u00e9m, em Angola, o Governo \u00e9 fustigado pelo oportunismo oposicionista atrav\u00e9s dos seus aven\u00e7ados (de barriga cheia), que exploram nas redes sociais imagens quase pornogr\u00e1ficas, com montagens que normalmente exageram nas aprecia\u00e7\u00f5es.<br>A realidade n\u00e3o \u00e9 um o\u00e1sis, mas o crescimento demogr\u00e1fico exponencial \u00e9 uma realidade agravada dado o centralismo ingovern\u00e1vel na periferia da cidade de Luanda, capital do pa\u00eds.<br>A realidade n\u00e3o pode ser analisada com ligeireza e leviandade, mas hoje mesmo, ouvindo Gra\u00e7a Campos, David Boio, Helena Ferreira e Evaristo Mulaza na R\u00e1dio Essencial, chega a meter nojo o esfor\u00e7o no desenvolvimento da maledic\u00eancia.<br>N\u00e3o por acaso, hoje ficaram sem convidados, e os ausentes que viram a perce\u00e7\u00e3o de ferir a sua honra foram catalogados como &#8220;vira-casacas&#8221;. O Gra\u00e7a Campos, num hino ao seu inveterado veneno cr\u00f3nico, at\u00e9 falou no &#8220;chicote&#8221; para ir buscar os convidados.<br>\u00c9 vergonhoso como se servem da fome alheia para justificarem as suas mordomias escandalosas. O David Boio at\u00e9 sabe que as meninas que ele explora, quando as leva ao restaurante, metem comida na bolsa.Vergonhoso.<br>A Fome Global e o Espelho Angolano: Entre a Realidade e a Manipula\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica.<br>A fome \u00e9, sem margem para d\u00favida, o flagelo mais dram\u00e1tico e incontorn\u00e1vel da humanidade nos dias de hoje. Trata-se de uma trag\u00e9dia transversal que afeta tanto o plano global como o contexto local, exigindo uma escala de resposta rigorosa, estruturada e determinada. Contudo, as solu\u00e7\u00f5es raramente chegam no ritmo desejado pelas popula\u00e7\u00f5es afetadas, e a genu\u00edna preocupa\u00e7\u00e3o institucional \u00e9 frequentemente incompreendida ou deliberadamente distorcida por agendas partid\u00e1rias.<br>O Oportunismo Pol\u00edtico e a Esbodia\u00e7\u00e3o Medi\u00e1tica.<br>Em Angola, esta dor humana \u00e9 tratada com o respeito institucional&nbsp;e a sobriedade humanit\u00e1ria que merece. Contudo, o Governo \u00e9 constantemente alvo de investidas de um oportunismo oposicionista cego, protagonizado por comentadores e aven\u00e7ados, confortavelmente instalados nas suas posi\u00e7\u00f5es e de &#8220;barriga cheia&#8221;. Nas redes sociais, assiste-se a um espet\u00e1culo lament\u00e1vel de explora\u00e7\u00e3o de imagens hiperbolizadas e, por vezes, montadas com o \u00fanico prop\u00f3sito de chocar, distorcer a realidade e maximizar o sofrimento alheio para proveito pol\u00edtico.<br>Naturalmente, a realidade econ\u00f3mica e social do pa\u00eds n\u00e3o \u00e9 um o\u00e1sis. O pa\u00eds debate-se com desafios estruturais profundos, agravados por um crescimento demogr\u00e1fico exponencial e por um centralismo demogr\u00e1fico e administrativo excessivo, que sobrecarrega de forma quase ingovern\u00e1vel a periferia da grande metr\u00f3pole que \u00e9 Luanda. Contudo, reconhecer estes desafios exige lucidez, sentido de Estado e rigor anal\u00edtico, e n\u00e3o a leviandade demag\u00f3gica a que assistimos quotidianamente no jornalismo dependente dos fundos especulativos.<br>A Fal\u00eancia do Debate na Comunica\u00e7\u00e3o Social.<br>O debate p\u00fablico n\u00e3o pode continuar a ser ref\u00e9m de narrativas baseadas na maledic\u00eancia e no insulto sistem\u00e1tico. Em programas recentes emitidos na R\u00e1dio Essencial, protagonizados por figuras como Gra\u00e7a Campos, David Boio, Helena Ferreira e Evaristo Mulaza, o esfor\u00e7o di\u00e1rio para fomentar o rancor e a difama\u00e7\u00e3o atinge contornos intoler\u00e1veis.<br>O culminar desta postura sect\u00e1ria viu-se quando os comentadores se viram sem convidados no programa: aqueles que recusaram participar, preservando a sua dignidade e recusando legitimar aquele circo, foram imediatamente rotulados de &#8220;vira-casacas&#8221;. O tom intolerante atingiu o seu auge com as declara\u00e7\u00f5es de Gra\u00e7a Campos, num verdadeiro hino ao seu veneno cr\u00f3nico, ao sugerir o uso do &#8220;chicote&#8221; para obrigar os convidados a comparecerem.<br>\u00c9 profundamente vergonhoso verificar como estas vozes se servem cinicamente da fome dos mais vulner\u00e1veis apenas para legitimar e sustentar as suas pr\u00f3prias mordomias escandalosas. Preocupa particularmente a hipocrisia de figuras como David Boio, (que leva as meninas ao restaurante e colocam comida na bolsa),&nbsp;cujas contradi\u00e7\u00f5es morais e pr\u00e1ticas de explora\u00e7\u00e3o laboral quotidiana entram em total colis\u00e3o com a falsa altivez moral que pretendem ostentar nos microfones da r\u00e1dio.<br>A luta contra a pobreza e a fome em Angola exige uni\u00e3o, trabalho \u00e1rduo e pragmatismo, e n\u00e3o o aproveitamento parasit\u00e1rio de quem faz do sofrimento alheio o seu principal capital pol\u00edtico e financeiro. Este esc\u00e1rnio e maldizer tem de ter um fim, os reguladores t\u00eam de fiscalizar os limites, liberdade n\u00e3o \u00e9 libertinagem, e Angola tem m\u00faltiplos problemas herdados e muitos deles j\u00e1 foram contornados, n\u00e3o se mata a fome sem um programa social, e n\u00e3o h\u00e1 programa social sem desenvolvimento e produtividade.<br>Creio porque acredito que o futuro est\u00e1 a fazer o seu caminho, \u00e9 a preocupa\u00e7\u00e3o cimeira do Senhor Presidente da Rep\u00fablica, da\u00ed a esperan\u00e7a que em 2027 haja uma continuidade capaz de gerar novos amanh\u00e3s, isto conseguir-se-\u00e1 com a consolida\u00e7\u00e3o da Nova Rep\u00fablica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 fome em Angola?&nbsp;H\u00e1 fome no Mundo?&nbsp;\u00c9 um assunto incontorn\u00e1vel na humanidade nos dias de hoje. 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