{"id":16618,"date":"2026-07-09T11:14:36","date_gmt":"2026-07-09T10:14:36","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=16618"},"modified":"2026-07-09T11:48:09","modified_gmt":"2026-07-09T10:48:09","slug":"o-que-eles-dizem-e-escrevem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=16618","title":{"rendered":"O que eles dizem e escrevem\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A campanha&nbsp;t\u00f3xica que emana da estranha idiossincrasia caudalosa e insidiosa contra Jo\u00e3o Louren\u00e7o, o MPLA, Governo e todas as institui\u00e7\u00f5es do Estado, entrou numa fase de espet\u00e1culo e de cria\u00e7\u00e3o de narrativas hist\u00f3ricas deturpadas, para branquear o passado miser\u00e1vel, e com isso projetar um futuro em contraste com a realidade presente.<br>As mentiras e oportunismos encenados em palcos coreografados com coloridos e ecoam um vazio atroz, peca&nbsp;por desgaste evidente dos protagonistas que n\u00e3o mudam e t\u00eam no seu historial um somat\u00f3rio de derrotas por clara rejei\u00e7\u00e3o de uma cidadania que os conhece e sofreu as consequ\u00eancias das suas viol\u00eancias e medos que n\u00e3o querem repetir.<br>Num momento em que Angola exige maturidade, estabilidade e foco no desenvolvimento, assistimos a mais uma tentativa da oposi\u00e7\u00e3o de desvirtuar a realidade para proveito pol\u00edtico imediato.<br>A aus\u00eancia planeada do Presidente da Rep\u00fablica para exames m\u00e9dicos de rotina \u00e9 um ato normal de transpar\u00eancia e responsabilidade que, em qualquer democracia madura, \u00e9 tratado com naturalidade. Tentar transformar um procedimento de sa\u00fade num facto pol\u00edtico demonstra apenas o vazio de ideias de quem n\u00e3o tem propostas para o pa\u00eds e prefere viver da especula\u00e7\u00e3o. As institui\u00e7\u00f5es do Estado est\u00e3o fortes, coordenadas e em pleno funcionamento.<br>Da mesma forma, o debate sobre a mobilidade dos nossos jovens para o exterior, nomeadamente para Portugal, merece ser tratado com seriedade e n\u00e3o com demagogia. A circula\u00e7\u00e3o de talentos \u00e9 uma realidade global. O papel do Estado n\u00e3o \u00e9 limitar as escolhas individuais, mas sim continuar o trabalho \u00e1rduo de transformar a nossa economia, criar oportunidades internas e garantir que Angola continua no caminho do crescimento. Perante a cr\u00edtica destrutiva e a pol\u00edtica do bota-abaixo, n\u00f3s respondemos com trabalho, estabilidade e compromisso com o futuro de todos os angolanos. O que quer a UNITA? Amarrar os jovens, tirar-lhes a liberdade, cercear-lhes a vontade de conhecer o mundo que est\u00e1 ao alcance de click. Porque n\u00e3o emigraram antes? De Luanda n\u00e3o podiam sair, da Jamba qualquer tentativa custava a pr\u00f3pria vida. Hoje desfrutam dessa liberdade, \u00e9 tamb\u00e9m, uma grande conquista.<br>O Senhor Presidente da Rep\u00fablica \u00e9 um ser humano. Cuidar da sa\u00fade \u00e9 um ato de responsabilidade para com a Na\u00e7\u00e3o, garantindo que continua em plena capacidade para governar.<br>As institui\u00e7\u00f5es do Estado continuam a funcionar normalmente. O pa\u00eds n\u00e3o para porque o Executivo \u00e9 uma m\u00e1quina s\u00f3lida e descentralizada. A isto chama-se lideran\u00e7a<br>Tentar fazer pol\u00edtica com a sa\u00fade de um l\u00edder demonstra falta de maturidade democr\u00e1tica e desespero por parte da oposi\u00e7\u00e3o, que prefere o boato e a especula\u00e7\u00e3o ao debate de ideias real.<br>Governar com seriedade exige transpar\u00eancia e zelo, inclusive com a sa\u00fade. Enquanto o Executivo trabalha na continuidade do Estado, a oposi\u00e7\u00e3o tenta criar crises artificiais onde apenas existe rotina e responsabilidade.&#8221;<br>A migra\u00e7\u00e3o entre pa\u00edses da CPLP (Comunidade dos Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa) \u00e9 um fen\u00f3meno global e hist\u00f3rico, facilitado por acordos recentes de mobilidade. Jovens de todo o mundo circulam em busca de experi\u00eancias, e Angola n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o.<br>Circular, estudar ou trabalhar fora \u00e9 um direito e uma escolha pessoal dos cidad\u00e3os, n\u00e3o uma fuga. Muitos regressam mais qualificados para apoiar o desenvolvimento do pa\u00eds.<br>O foco deve ser colocado nos programas de diversifica\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, atra\u00e7\u00e3o de investimento e cria\u00e7\u00e3o de emprego que o Executivo est\u00e1 a implementar para reter talento a m\u00e9dio e longo prazo, algo que n\u00e3o se constr\u00f3i de um dia para o outro.<br>A oposi\u00e7\u00e3o critica, mas n\u00e3o apresenta solu\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas vi\u00e1veis ou alternativas reais para a cria\u00e7\u00e3o de emprego que superem os desafios estruturais atuais. Pelo contr\u00e1rio assenta a sua a\u00e7\u00e3o em proclama\u00e7\u00f5es in\u00f3cuas, trivialidades descontextualizadas, e tenta branquear a sua responsabilidade que se arrasta h\u00e1 muitos anos.<br>H\u00e1 pontos de viragens hist\u00f3ricas de todos os pa\u00edses desenvolvidos, mesmo os mais avan\u00e7ados do mundo t\u00eam emigra\u00e7\u00f5es consider\u00e1veis, Angola est\u00e1 a viver um desses momentos que n\u00e3o pode retroceder, cabe a quem de direito acionar os mecanismos democr\u00e1ticos para que n\u00e3o sejamos surpreendidos pelos aventureiros que n\u00e3o desarmam das suas inten\u00e7\u00f5es, \u00e9 tempo de defesa&nbsp;intransigente do Estado de Direito e da Ordem P\u00fablica, temos de tornar irrevers\u00edvel a concretiza\u00e7\u00e3o da Nova Rep\u00fablica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A campanha&nbsp;t\u00f3xica que emana da estranha idiossincrasia caudalosa e insidiosa contra Jo\u00e3o Louren\u00e7o, o MPLA, Governo e todas as institui\u00e7\u00f5es do Estado, entrou numa fase de espet\u00e1culo e de cria\u00e7\u00e3o de narrativas hist\u00f3ricas deturpadas, para branquear o passado miser\u00e1vel, e com isso projetar um futuro em contraste com a realidade presente.As mentiras e oportunismos encenados [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":13641,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[44,105,21],"tags":[89,25],"class_list":["post-16618","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo-de-abertura","category-noticias","category-opiniao","tag-angola","tag-unita"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/16618","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=16618"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/16618\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16619,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/16618\/revisions\/16619"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/13641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=16618"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=16618"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunadeangola.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=16618"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}