{"id":14683,"date":"2025-04-24T12:17:50","date_gmt":"2025-04-24T11:17:50","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=14683"},"modified":"2025-04-27T08:40:51","modified_gmt":"2025-04-27T07:40:51","slug":"vamos-conhecer-e-construir-angola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=14683","title":{"rendered":"Vamos conhecer e construir Angola"},"content":{"rendered":"\n<p>H\u00e1 quem por ignor\u00e2ncia, maldade, irresponsabilidade, queira por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o, apunhalar a Na\u00e7\u00e3o angolana no essencial da sua identidade e cidadania. Temos Paz, temos desenvolvimento, temos estabilidade, tamb\u00e9m temos insufici\u00eancias, dificuldades, \u00e9 uma responsabilidade colectiva que todos e cada um de n\u00f3s deve assumir, somos uma P\u00e1tria nova explorada durante 500 anos pelas sua diferen\u00e7as, obrigando-nos a percorrer um caminho no tempo, que alguns, poucos, muito poucos, tentam obstaculizar pelos seus compromissos com quem partilha e financia o desejo de regressar ao passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Angola tem desafios que n\u00e3o h\u00e1 pa\u00eds no mundo que n\u00e3o tenha, pairam globalmente incertezas que geram ang\u00fastia, que criam stress que nos ensombra a alma, e torna-nos invisivelmente vulner\u00e1veis a fantasia e ilus\u00f5es, fazendo que adiemos para amanh\u00e3 o que podemos fazer hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Angola, o nosso ch\u00e3o, ber\u00e7o das nossas ra\u00edzes, terra das nossas mem\u00f3rias, \u00e9 uma responsabilidade e um desafio perene de todos, n\u00e3o vive nem se alimenta de pol\u00edtica, n\u00e3o pode entreter-se com promessas v\u00e3s, ocas, necessitamos sim de alimentar um sentimento de perten\u00e7a, cuidar dela como um pedacinho de n\u00f3s mesmos, agarrar nesse patrim\u00f3nio para cimentar a fam\u00edlia e honrar a responsabilidade de erguer algo que os nossos vindouros possam repetir o exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamo-nos comprometer com a constru\u00e7\u00e3o e o futuro, vamos carregar o martelo, o cimento, a l\u00e2mpada, o cami\u00e3o, a semente, a planta, o computador, escrever, ler um livro, vamos saber porque se come funge em Luanda, Pir\u00e3o no Huambo, Tuqueia no Moxico, chouri\u00e7o no Lubango, arroz no Bi\u00e9, feij\u00e3o macunde no Cuando Cubango, descobrir o fasc\u00ednio do nosso ch\u00e3o multifacetado por uma natureza generosa, que a todos devia desafiar e orgulhar.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o injustos moral e eticamente, s\u00e3o inadmiss\u00edveis as intrigas e os insultos, repetidamente dirigidos a Jo\u00e3o Louren\u00e7o, s\u00e3o uma punhalada na nossa cidadania, s\u00e3o uma sombra na nossa soberania, comprometem a vis\u00e3o do mundo em rela\u00e7\u00e3o a n\u00f3s, \u00e9 tempo de sermos n\u00f3s mesmos a segurar o que \u00e9 verdadeiramente nosso, temos de ser n\u00f3s o escudo contra as amea\u00e7as internas e externas, o Senhor Presidente da Rep\u00fablica \u00e9 o retrato da valoriza\u00e7\u00e3o do nosso Passaporte, \u00e9 o rosto da nossa identidade no mundo, se n\u00e3o formos n\u00f3s a respeitar, como pode o mundo ter respeito por cada um de n\u00f3s?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 quem por ignor\u00e2ncia, maldade, irresponsabilidade, queira por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o, apunhalar a Na\u00e7\u00e3o angolana no essencial da sua identidade e cidadania. 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