{"id":12830,"date":"2024-08-04T09:00:29","date_gmt":"2024-08-04T08:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=12830"},"modified":"2024-08-07T15:07:52","modified_gmt":"2024-08-07T14:07:52","slug":"as-duas-angolas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=12830","title":{"rendered":"As duas Angolas"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 cada vez mais not\u00f3rio que h\u00e1 duas Angolas, neste momento. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma Angola \u00e9 descrita nas redes sociais, em geral por auto-exilados repimpados em Portugal. Esta Angola \u00e9 descrita como de fome, pobreza, atraso, retrocesso. T\u00e3o m\u00e1, que parece uma emana\u00e7\u00e3o do inferno. Jo\u00e3o Louren\u00e7o n\u00e3o acerta uma, tudo est\u00e1 mal.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra Angola \u00e9 a real. Onde h\u00e1 um povo trabalhador, um Presidente trabalhador. Uma Angola, com dificuldades, essencialmente estruturadas por 15 anos de desgoverna\u00e7\u00e3o (2002-2017) que se seguiram a mais de 20 anos de guerra, mas que avan\u00e7a. Afirma o seu lugar em \u00c1frica, constr\u00f3i hospitais, liga\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas e de \u00e1gua. <\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 nos \u00faltimos anos, o pa\u00eds contou com  3 308 unidades sanit\u00e1rias, entre postos de sa\u00fade, centros de sa\u00fade, hospitais e centros materno-infantis; Em constru\u00e7\u00e3o encontram-se 116 unidades sanit\u00e1rias. No per\u00edodo em balan\u00e7o (2023), foram conclu\u00eddas 85 unidades sanit\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2023, o sector da energia fez um total de 46 646 novas liga\u00e7\u00f5es domiciliares que beneficiaram dois milh\u00f5es, seiscentos e vinte e dois mil, duzentos e cinquenta e nove pessoas, eno  dom\u00ednio das \u00e1guas, concretizaram-se quinhentas mil e trezentos e setenta e cinco mil liga\u00e7\u00f5es domiciliares, que servem 5 261 239 cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta Angola que avan\u00e7a tamb\u00e9m \u00e9 referida no \u00faltimo relat\u00f3rio do FMI que explica ter Angola permanecido &#8221; resiliente diante de desafios significativos em 2023, incluindo a produ\u00e7\u00e3o e os pre\u00e7os de petr\u00f3leo em baixa. Os esfor\u00e7os das autoridades para dar continuidade \u00e0s reformas econ\u00f3micas iniciadas durante 2018\u201321,  nas \u00e1reas de gest\u00e3o fiscal, mobiliza\u00e7\u00e3o de receitas, gest\u00e3o da d\u00edvida, pol\u00edtica monet\u00e1ria e estabilidade financeira, ajudaram a aumentar a resili\u00eancia da economia de Angola.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, h\u00e1 uma Angola que faz, que \u00e9 elogiada pelo FMI, que avan\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>Obviamente, falta muito, h\u00e1 imensas reformas a fazer, n\u00e3o se faz tudo em 6 anos, mas a realidade \u00e9 que Angola avan\u00e7a e a sua realidade nada tem a ver com as redes sociais, pagas pela elite amedrontada por ter sido descoberta na sua criminosa roubalheira.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos de come\u00e7ar a distinguir a realidade da maledic\u00eancia das redes sociais. Responder sempre a cada mentira, com factos, reconhecer os erros, e corrigi-los e avan\u00e7ar. S\u00f3 fazem falta os que est\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 cada vez mais not\u00f3rio que h\u00e1 duas Angolas, neste momento. Uma Angola \u00e9 descrita nas redes sociais, em geral por auto-exilados repimpados em Portugal. Esta Angola \u00e9 descrita como de fome, pobreza, atraso, retrocesso. T\u00e3o m\u00e1, que parece uma emana\u00e7\u00e3o do inferno. Jo\u00e3o Louren\u00e7o n\u00e3o acerta uma, tudo est\u00e1 mal. 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