{"id":12073,"date":"2024-03-08T12:40:46","date_gmt":"2024-03-08T11:40:46","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=12073"},"modified":"2024-03-14T11:36:41","modified_gmt":"2024-03-14T10:36:41","slug":"luxo-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunadeangola.org\/?p=12073","title":{"rendered":"Luxo Global"},"content":{"rendered":"\n<p>N\u00e3o obstante o perene afrontamento da tribo malfeitora, mesmo contrariando vontades expressas dos profetas da desgra\u00e7a, as ag\u00eancias de nota\u00e7\u00e3o financeira\u00a0internacionais, especialistas em economia mundial, atestam que Angola pode liquidar a sua d\u00edvida nos pr\u00f3ximos dois anos, sem recurso a novos financiamentos. <\/p>\n\n\n\n<p>Esta conquista torna-se mais surpreendente depois da quase bancarrota de 2014\/2015, e da heran\u00e7a pesad\u00edssima de Jo\u00e3o Louren\u00e7o em 2017, com a instabilidade petrol\u00edfera, e com a crise do COVID, exemplarmente vencida em Angola. <\/p>\n\n\n\n<p>Fora do \u00e2mbito do petr\u00f3leo, o pa\u00eds est\u00e1 a importar menos e a exportar mais, e em setores\u00a0importantes atingiu e est\u00e1 atingir autossufici\u00eancia, com um crescendo\u00a0na produtividade da terra e do mar. Tamb\u00e9m na transforma\u00e7\u00e3o e manufatura\u00a0h\u00e1 um crescimento que atesta estarmos no caminho certo em busca do desenvolvimento sustentado. <\/p>\n\n\n\n<p>Igualmente, h\u00e1 uma surpresa agrad\u00e1vel perante as dificuldades do mundo moderno, Angola j\u00e1 produz mais energia do que a que consome, faltam infraestruturas capazes de a fazer chegar a toda gente, mas tamb\u00e9m a\u00ed h\u00e1 transforma\u00e7\u00f5es gigantescas que urge implementar em paralelo com o pacote aut\u00e1rquico, a press\u00e3o demogr\u00e1fica na grande\u00a0metr\u00f3pole luandense, um mal cr\u00f3nico africano condicionador de desenvolvimento. <\/p>\n\n\n\n<p>Luanda e periferia t\u00eam de fazer deslocar de um\u00a0ter\u00e7o a metade da popula\u00e7\u00e3o para as prov\u00edncias, esse tem de ser um desiderato de um plano respons\u00e1vel\u00a0de implementa\u00e7\u00e3o aut\u00e1rquica, \u00e9 seguramente, um grande desafio da inevit\u00e1vel Nova Rep\u00fablica. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 f\u00e1cil, muito f\u00e1cil, fazer ru\u00eddo entre Luanda e Benguela, mas Angola vai de Cabinda ao Cunene, do Atl\u00e2ntico a N&#8217;Rikinha, muito al\u00e9m das mentes med\u00edocres que se cegam com o \u00f3dio ao Senhor Presidente da Rep\u00fablica, mas na inova\u00e7\u00e3o digital, na cultura, m\u00fasica, dan\u00e7a, pintura, em tantas coisas que alimentam a alma, h\u00e1 um perfume que exala angolanidade, e baixinho, \u00e0 noite com a almofada, ela segreda-nos que o tempo novo est\u00e1 chegar, com ele a esperan\u00e7a dos sonhos se concretizarem. <\/p>\n\n\n\n<p>Pela Nova Rep\u00fablica\u2026!!!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o obstante o perene afrontamento da tribo malfeitora, mesmo contrariando vontades expressas dos profetas da desgra\u00e7a, as ag\u00eancias de nota\u00e7\u00e3o financeira\u00a0internacionais, especialistas em economia mundial, atestam que Angola pode liquidar a sua d\u00edvida nos pr\u00f3ximos dois anos, sem recurso a novos financiamentos. 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